Uma pesquisa conduzida pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) revelou dados surpreendentes sobre a relação entre gatos e produtividade corporativa. Segundo o estudo, empresas que permitem a presença de gatos no ambiente de trabalho registram um aumento médio de 200% na produtividade de seus funcionários.

A pesquisa acompanhou 340 empresas brasileiras ao longo de 18 meses, comparando indicadores de performance entre escritórios com e sem felinos. Os resultados, publicados na Harvard Business Review Brasil, mostram que a presença de gatos reduz o estresse em 67%, aumenta a criatividade em 89% e diminui conflitos entre colegas em 95%.

"O gato tem uma capacidade natural de criar um ambiente de trabalho harmonioso. Ele não faz fofoca, não disputa promoção e, quando derruba um copo da mesa do chefe, todo mundo ri junto. É o melhor team building que existe." — Prof. Dr. Roberto Azevedo, coordenador da pesquisa na FGV

Grandes empresas reagem

Após a publicação do estudo, gigantes da tecnologia anunciaram programas de adoção felina corporativa. O Google Brasil informou que vai instalar "cat lounges" em todos os seus escritórios até o final de 2026. A Microsoft foi além e anunciou que gatos terão crachá corporativo, plano de saúde veterinário e direito a "nap time" remunerado.

A única empresa que se posicionou contra foi a Amazon, que alegou que "gatos não cumprem metas" e que "a produtividade deve vir do compromisso individual, não de animais". A declaração gerou boicote nas redes sociais com a hashtag #AmazonOdeiaGatos.

O caso GatoTech

A startup gaúcha GatoTech, que opera com 14 gatos e 8 funcionários desde 2024, é citada no estudo como caso exemplar. "Nossos gatos participam de todas as reuniões. Um deles, o Biscuit, já vetou três projetos sentando em cima do notebook do gerente de produto. Nos dois casos, ele estava certo — os projetos iam dar errado", relatou a CEO Camila Dreyer.

*Com informações da FGV, Harvard Business Review Brasil e ABRH